Nota mil para a atuação de Haley Bennett, ela com certeza rouba a cena dos “sete homens”, sem falar que adoro essa típica personagem de aparência frágil mas que é muito muito forte.
Por Luciana CostaSete homens e um destino
Este remake de “Antoine Fuqua” é sem sombra de dúvida o melhor western dos últimos tempos. Com elenco de peso, cenas de ação incrivelmente coreografadas e momentos cômicos, o espectador pode ir aos cinemas com grandes expectativas sem se decepcionar. Diferente da maioria dos longas de ação que são engraçados por suas cenas absurdas, este arranca risadas da…

Este remake de “Antoine Fuqua” é sem sombra de dúvida o melhor western dos últimos tempos. Com elenco de peso, cenas de ação incrivelmente coreografadas e momentos cômicos, o espectador pode ir aos cinemas com grandes expectativas sem se decepcionar. Diferente da maioria dos longas de ação que são engraçados por suas cenas absurdas, este arranca risadas da platéia o tempo todo por ser engraçado de forma intencional, por conter falas hilariantes colocadas ao longo do filme.
Apesar de ser um remake do primeiro filme “Sete homens e um destino” feito no ano de 1960, eles não contam exatamente à mesma história (como é característico de refilmagens). O enredo a princípio é o mesmo, sete homens se reúnem para devolver um povoado à seus moradores depois de um vilão tê-lo tomado. Porém, os personagens estão longe de serem os mesmos. Para começar, na versão original, o vilão é Calvera (Eli Wallach), já na nova versão ele é Bartholomew Bogue, interpretado por Peter Sarsgaard (O Preço de uma Verdade)
O filme conta à história de como a viúva Emma Cullen (fulana de tal) procura o infame pistoleiro Sam Chisolm (Denzel Washington) para reunir um grupo de justiceiros a fim de combater o terrível vilão que tirou a vida de seu marido. Por falar em Denzel Washington, ele andava um pouco sumido do cinema desde seu último filme “O Protetor”( 2014). Foi a escolha perfeita para interpretar o personagem principal deste western/ação/comédia. Realmente, pouquíssimos atores são tão versáteis como Denzel que deu vida à personagens como Lincoln Rhyme (O Colecionador de Ossos). Neste filme, seu personagem é o elo de ligação entre todos os outros envolvidos na trama, ele é uma espécie de chefe muito respeitado pelos outros justiceiros.
O primeiro personagem a ser “recrutado” é Josh Farraday, um pistoleiro, mulherengo, que bebe muito interpretado pelo galã do momento Chris Pratt. Por falar em Pratt, ele também teve a oportunidade de mostrar versatilidade nesta produção, depois de interpretar por 6 anos o personagem cômico Andy Dwyer na série “Parks and Recreation”, o ator entrou em forma para estrelar o filme “Guardiões da Galáxias” (2014) e Jurassic World (2015), agora como um cawboy, Chris até mudou de voz.
Logo depois somos apresentados à dois outros personagens de uma só vez, uma lenda que recebe o nome de Goodnight Robicheaux (Ethan Hawke) e seu fiel “escudeiro”, o oriental Billy Rocks (Byung-Hun Lee), verdadeiro mestre das facas.
O elenco de “cowboys” justiceiros, conta também com Jack Horne ( Nascido para matar) que de acordo com o personagem Farraday é “Um urso usando roupa de gente” acredite, a frase o descreve perfeitamente, e por último um índio se junta ao grupo.
Nota mil para a atuação de Haley Bennett, ela com certeza rouba a cena dos “sete homens”, sem falar que adoro essa típica personagem de aparência frágil mas que é muito muito forte.
Por Luciana Costa
Nota mil para a atuação de Haley Bennett, ela com certeza rouba a cena dos “sete homens”, sem falar que adoro essa típica personagem de aparência frágil mas que é muito muito forte.
Por Luciana Costa